vivemos no eterno (des)equilíbrio dos malefícios da banalização da pornografia e da violência. Em que as regras e as leis, são cada vez menos eficazes... A que distância, em nossas casas, está o acesso a todo o tipo de conteúdos? um click, dois clicks...
parece contracensual fazer a apologia de shortbus, como também já parecia em Happiness, só para citar outro exemplo...
mas porque rotular filmes cujo conteúdo, devidamente identificado para determinada camada etária, se sobrevaloriza perante toda a imundice mediatizada e vigente, que todos os dias nos invade a casa através daquela estúpida caixa que nos entra pelos olhos dentro...
eu continuo a dizer que o Império dos Sentidos é uma obra - prima... se calhar, eu é que sou idiota...
"Shortbus", hoje - NIMAS